Um homem de 18 anos foi preso em flagrante por suspeita de tráfico de drogas na noite de sábado (19), em Pinhalzinho, no interior de São Paulo. A ocorrência foi registrada pela Polícia Civil durante plantão em Bragança Paulista.
Segundo o boletim de ocorrência, guardas civis municipais realizavam patrulhamento quando receberam uma denúncia de que três pessoas estariam comercializando entorpecentes na Rua Frei Luciano Wagner, nas proximidades do número 200, no Jardim da Serra. Conforme o registro policial, o local já era conhecido pelas equipes pela ocorrência de tráfico de drogas.
Ainda de acordo com o boletim, os agentes foram até o endereço indicado e visualizaram três indivíduos caminhando pela via. Os guardas relataram que observaram um dos homens, que usava uma blusa azul, fazendo um movimento com a mão e dispensando um objeto próximo a um amontoado de pedras.
Os três foram abordados poucos metros adiante. Na busca realizada no ponto indicado pelos agentes, foram encontradas aproximadamente 20 pedras com características semelhantes às de crack. O material passou por exame preliminar de constatação.
Também foram apreendidos R$ 30 em espécie e dois aparelhos celulares. Conforme o boletim, não foi possível determinar qual dos dois irmãos abordados estava com o dinheiro. Um dos celulares pertencia ao homem que acabou preso e o outro a um dos irmãos.
O homem apontado pelos guardas como responsável pelo descarte negou a posse da droga. No entanto, segundo o despacho da autoridade policial, os agentes afirmaram ter presenciado diretamente o momento em que ele teria dispensado o objeto.
Diante da apreensão da substância, da forma como estava acondicionada e dos relatos dos agentes, a autoridade policial registrou a prisão em flagrante do homem por suspeita de tráfico, com base no artigo 33, caput, da Lei nº 11.343/2006.
Os outros dois abordados, que são irmãos gêmeos, não foram presos. Segundo o despacho policial, não foram encontradas drogas diretamente com eles, nem houve relato de que tivessem sido vistos portando, guardando, dispensando ou comercializando entorpecentes. A autoridade também registrou que o dinheiro e o aparelho celular, isoladamente, não seriam suficientes para vinculá-los à droga apreendida.





