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USF instaura sindicância interna para apurar denúncia de ocorrido no campus de Bragança Paulista; estudante é afastado

Caso foi divulgado por atléticas e envolve relato de ato em área comum do campus; universidade instaurou sindicância e afastou preventivamente o estudante acusado.

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FOTO: DIVULGAÇÃO
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A Universidade São Francisco (USF) instaurou uma sindicância interna para apurar um caso ocorrido no dia 9 de abril nas dependências do prédio 14 da instituição, em Bragança Paulista.

O episódio veio a público após uma manifestação divulgada por atléticas da instituição, que relataram que um estudante teria sido flagrado em um ato de cunho sexual em área comum do campus, próxima a um banheiro masculino. Segundo o comunicado, o fato teria ocorrido em espaço de circulação de alunos e foi presenciado por testemunhas, gerando mobilização imediata da comunidade acadêmica.

De acordo com relatos encaminhados por estudantes à reportagem, uma das pessoas que presenciou a situação teria passado mal e apresentado crise de ansiedade após o ocorrido, o que intensificou a repercussão entre alunos e motivou pedidos de providências mais rígidas por parte da instituição.

Em nota oficial, a USF informou que instaurou sindicância interna para apuração dos fatos, ressaltando que o procedimento tramita sob sigilo, a fim de preservar as partes envolvidas e garantir a adequada condução das investigações.

Como medida cautelar, a universidade determinou o afastamento imediato da pessoa acusada, afirmando que a decisão tem como objetivo preservar o bem-estar da comunidade acadêmica e garantir a manutenção de um ambiente seguro durante o processo.

A instituição declarou ainda repudiar “qualquer conduta que viole a dignidade e a segurança da comunidade acadêmica”, classificando o caso como grave e informando que está sendo apurado de forma rigorosa, dentro das normas institucionais.

A USF também afirmou que prestou acolhimento à estudante envolvida e familiares, respeitando a privacidade dos atendimentos. Uma comissão de sindicância foi instaurada e terá prazo para ouvir os envolvidos e elaborar um relatório final, que poderá indicar eventuais medidas disciplinares.

O caso segue sob apuração interna.