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Presença de filhotes de maritaca em casas exige convivência responsável

Retirar filhotes de maritaca de forros é crime ambiental e coloca aves em risco.

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Foto: Divulgação
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A presença de filhotes de maritaca (Psittacara leucophthalmus) em forros de residências é comum em áreas urbanas próximas a árvores e áreas verdes. Apesar do barulho, retirar os filhotes é ilegal e configura crime ambiental.

A intervenção humana pode comprometer a alimentação, o desenvolvimento e a sobrevivência das aves, já que a separação da mãe impede que retornem à natureza de forma segura.

Especialistas recomendam aguardar que os filhotes saiam do forro naturalmente. Após a saída, deve-se fechar as aberturas no telhado ou forro para evitar novas ocupações. O plantio de árvores próximas também contribui para abrigos adequados às aves.

As maritacas são aves de médio porte, com até 32 cm de comprimento, cerca de 260 g, plumagem verde e vocalização intensa. Machos e fêmeas são visualmente semelhantes e podem viver até 25 anos. Sociáveis, costumam viver em bandos de seis a oito indivíduos e sobrevoar juntos ao entardecer.

O canto estridente, mais intenso no início da manhã e no fim da tarde, é parte da comunicação natural e reforça a necessidade de convivência harmoniosa com a fauna urbana e respeito aos ciclos naturais da espécie.