Uma mulher foi presa em flagrante na noite de terça-feira (3), suspeita de furtar 21 barras de chocolate em um supermercado localizado em Bragança Paulista, no interior de São Paulo. Os produtos foram avaliados em aproximadamente R$ 419 e recuperados após a abordagem realizada por funcionários do estabelecimento.
De acordo com o boletim de ocorrência, a situação foi percebida por um cliente que estava no supermercado e teria visto a mulher colocando diversas barras de chocolate em uma sacola. Ele comunicou o fato aos funcionários, que passaram a acompanhar a suspeita.
A abordagem aconteceu na área externa do estabelecimento, onde os colaboradores, com auxílio do cliente, verificaram o conteúdo da sacola e encontraram as 21 barras de chocolate que teriam sido retiradas das prateleiras sem pagamento.
Após a abordagem, a mulher foi conduzida novamente ao interior do supermercado, onde permaneceu em uma área reservada enquanto os produtos eram conferidos e registrados para a apuração do valor.
Segundo o relato de uma funcionária, durante a contenção, a suspeita apresentou comportamento exaltado, gritou e pediu diversas vezes para ser liberada, além de solicitar que a polícia não fosse acionada. Inicialmente, ela negou o furto, mas posteriormente teria admitido a retirada das mercadorias, conforme o depoimento registrado no boletim.
A Guarda Civil Municipal foi acionada e compareceu ao local. Os agentes informaram que não presenciaram a retirada dos produtos, mas receberam as informações dos funcionários que realizaram a abordagem.
Na sequência, a mulher foi conduzida ao Plantão Policial, onde o caso foi apresentado à autoridade policial. Após analisar os relatos e os demais elementos reunidos, o delegado ratificou a prisão em flagrante por suspeita de furto simples, previsto no artigo 155 do Código Penal.
A autoridade policial também informou que a mulher teria sido mencionada por funcionários como suspeita de envolvimento em outros episódios semelhantes em estabelecimentos comerciais da região. A informação foi registrada no boletim, com referência a possíveis ocorrências anteriores.
Durante o interrogatório, a conduzida foi informada sobre seus direitos constitucionais e optou por permanecer em silêncio, reservando-se a prestar esclarecimentos somente em juízo.
Como a autoridade policial não arbitrou fiança, a mulher foi encaminhada a uma unidade prisional, devendo ser apresentada à audiência de custódia.
No despacho, a Polícia Civil também representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, alegando a necessidade de avaliar o risco de reiteração de crimes patrimoniais e os antecedentes criminais mencionados na documentação apresentada.
O pedido de prisão preventiva ficou submetido à análise do Poder Judiciário. O inquérito policial foi instaurado para apuração dos fatos.







