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Partido Missão lança Renan Santos como candidato à Presidência em 2026

Fundador do Movimento Brasil Livre, empresário de 42 anos será candidato pela primeira vez à Presidência e terá Coronel Medina como vice.

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FOTO: DIVULGAÇÃO
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O empresário Renan Antônio Ferreira dos Santos, de 42 anos, será o candidato do partido Missão à Presidência da República nas eleições de 2026. Esta será a primeira participação da legenda em uma eleição presidencial.

Renan Santos é um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL), grupo que teve atuação nos protestos que defenderam o impeachment da então presidente Dilma Rousseff em 2016. O partido Missão foi criado a partir do movimento.

Nascido em São Paulo, Renan Santos é o atual presidente e primeiro dirigente nacional do Missão. A legenda teve o registro aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em novembro de 2025. O partido se define como uma sigla de direita e afirma adotar uma linha “altamente pragmática”.

Como base de suas propostas, o Missão utiliza o chamado Livro Amarelo, documento que reúne princípios e propostas da legenda. Entre as posições defendidas pelo partido estão o liberalismo econômico e o incentivo ao empreendedorismo.

O candidato a vice-presidente na chapa será Coronel Medina, também filiado ao Missão.

Renan Santos chegou a cursar Direito na Universidade de São Paulo (USP), mas não concluiu a graduação. Segundo sua trajetória profissional, trabalhou com o pai, que é advogado, em atividades relacionadas à recuperação de empresas em situação de falência ou dificuldades financeiras.

Além da atuação empresarial e política, Renan Santos é músico e atua como vocalista e guitarrista de uma banda de rock.

Sua trajetória partidária começou no PSDB, onde permaneceu filiado entre 2010 e 2015.

Em 2018, coordenou a campanha de Kim Kataguiri para a Câmara dos Deputados e de Arthur do Val para a Assembleia Legislativa de São Paulo. Os dois foram eleitos naquele ano.

Arthur do Val, que posteriormente deixou o cargo de deputado estadual, teve o mandato cassado em 2022 e foi declarado inelegível por oito anos.