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“A Justiça não fez justiça” disse sobrevivente de acidente fatal em Bragança Paulista

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Thaís Taisen Karina Pedrosa Oliveira, sobrevivente do trágico acidente de carro ocorrido em Bragança Paulista. Ela descreveu sua recuperação e o impacto emocional do evento que resultou na perda de sua filha Valentina.

Em entrevista, Thaís detalhou as cirurgias que realizou no pescoço e a dor contínua que sente na perna esquerda, mas ressaltou a melhoria proporcionada pelo retorno ao lar.

Após duas cirurgias no pescoço, a primeira sendo simples e a segunda para conter uma hemorragia, Thaís narra os dias desafiadores. “Só de estar em casa já é uma boa melhora”, afirmou, embora ainda sinta dor significativa.

Ela expressou revolta ao saber que o condutor, já conhecido por dirigir de maneira imprudente, ainda estava nas ruas. “Eu acho que a justiça não fez justiça”, disse Thaís, destacando a necessidade de responsabilização para evitar futuras tragédias.

Ela relatou lembrar do momento do impacto, o capotamento do carro, e o desespero ao ver a filha caida fora do veículo. “Procurei a Valentina, ela estava no meu colo, mas o cinto não segurou”, contou, relembrando o esforço para tirá-la do carro.

Com Luna ainda em recuperação, enfrentando um longo processo de curativos especiais e raio-X semanais, Thaís e sua família estão determinados a buscar justiça. “Queremos que ele fique preso”, enfatizou, referindo-se ao motorista responsável pelo acidente.

Sobre o caso


O acidente ocorreu na noite de domingo, 24 de junho. No acidente, uma menina de 4 anos faleceu no Hospital Universitário São Francisco de Bragança Paulista após um grave acidente de trânsito na Rodovia Capitão Barduíno.

A vítima, juntamente com sua família, estava em um veículo Gol que se envolveu no acidente.

Segundo informações, o homem não tinha permissão para dirigir, e foi conduzido para a delegacia após acusação do homem estar dirigindo sob efeito de álcool. Recentemente o Ministério Público de São Paulo informou que o homem que dirigia a BMW deverá responder por homicídio, e outras quatro tentativas de homicídio, todas dolosas.

Por Iago Seo