Um homem de 63 anos é investigado pela Polícia Civil de Amparo por estupro de vulnerável. A denúncia partiu dos pais da vítima, uma menina de apenas 12 anos. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), negou a prisão preventiva contra o homem.
Segundo informações do boletim de ocorrência, os fatos ocorreram entre dezembro do ano passado e começo de janeiro deste ano, enquanto o suspeito, realizava um trabalho de pintura na casa dos pais da menina.
Segundo a defesa da família, o pai da vítima conhecia o homem há cerca de 10 anos, motivo pelo qual confiou no homem, e o contratou para realizar o serviço em casa. Além disso, o suspeito é líder religioso e conhecido na cidade.
Segundo relatos dos familiares, a vítima foi apalpada pelo homem. Pouco antes, ela registrou o homem se esfregando na moldura da porta, enquanto era observada, deitada no quarto. Segundo o registro policial, o homem teria ainda investido contra a menina verbalmente, com comentários impróprios, chamando-a de “gostosinha”, antes de atacá-la fisicamente.
No curso da investigação, o delegado responsável pelo caso representou pela prisão preventiva do investigado. O pedido teve parecer favorável do promotor de Justiça, que entendeu estarem presentes os requisitos legais para a decretação da medida cautelar. No entanto, o juiz das garantias da comarca de Campinas do Tribunal de Justiça de São Paulo, indeferiu a solicitação, autorizando apenas a aplicação de medidas protetivas.
Diante da decisão, a família da vítima manifestou profunda revolta e indignação, avaliando que a providência adotada é insuficiente diante da gravidade dos fatos, e passou a cobrar justiça das autoridades competentes.






